intervenções coletivas e ações efêmeras

somos somas... devir coletivo que ama o corpo da cidade. que diz sutilmente "ame", "dê vexame","até parir um pérola, ai dentro". a cidade carece de eros. seus habitantes carecem de eros em todas as dimensões de suas vidas anônimas.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

o corpo dá as cartas

poesia recitada ao pé do ouvido...

Mulher que ama fica úmida
faz água
tem nos olhos um brilho molhado
de lágrima perdida
intenso como vidro lavado
No fundo da mulher que ama
há ternuras líquidas
desejos derretidos em doces resistências
afetos quentes escorrendo dentro
paredes meladas
rios invisíveis
que nascem da sensação de amar
Cristalizações se dissolvem
o que era duro passa a ser macio
o que era pesado leve
o áspero suave
Num certo ponto
mulher que ama arrebenta
vaza por tudo




dia do nada

segunda-feira, 3 de maio de 2010

dia do nada


em breve os registros estarão disponíveis.

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as definições, as conceituações, me entram, como se diz, por um ouvido e saem pelo outro... sou.